O mais legal do policial francês Ad Vitam em cartaz na Netflix é a história de amor de pano de fundo.
O policial Franck Lazareff (meu ídolo Guillaume Canet e a razão de eu ter assitido esse filme) trabalha com Leo (Stéphane Caillard), uma policial tão durona e tão dedicada quanto ele.
Numa das cenas mais legais do filme, e que abre o trailer, ela pergunta se agora eles se beijam, para a surpresa total do nerd Franck, que deve ter ficado de pernas bambas e cheio de borboletas no estômago.
O amor que ali nasce é também o drama maior dos 2: aos 8 meses de gravidez, Leo é sequestrada por policiais colegas do casal mas que são corruptos e desgraçados ao ponto de fazerem qualquer coisa para conseguirem uma “evidência” que Franck tem muito bem guardada contra esses caras.
E o tudo inclui dar uma surra nele e na esposa gravidíssima.
Daí o filme volta no tempo, a gente entende como eles se envolvem, como eles são os policiais bonzinhos e como os corruptos agem dentro da corporação, entende quais são as habilidades do casal e também dos amigos e companheiros do casal, tudo bem explicadinho para que durante o curso do filme, da história, o roteiro vá nos encharcando de detalhes interessantes capazes de tirar Ad Vitam do poço da mediocridade.
Inclusive o título Ad Vitam, “Pela Vida”do latim, está estampado em insígninas da polícia francesa.
Nada é por acaso.
E aqui o acaso tem papel importante e por vezes engraçado no filme, como um perseguição aérea em um momento do filme, que não precisava mas eu entendo a sanha de fazer algo diferente nesse tipo de filme.
NOTA: 🎬🎬🎬

