109/2025 MOTHER, COUCH

Sabe quando um filme com o Ewan McGregor, o Rhys Ifans, a Lara Flynn Boyle, o F. Murray Abraham e a Ellen Burstyn é ruim?

Quando o diretor, um tal de Niclas Larsson, tenta ser o novo malucão Yorgos Lanthimos, o novo surrealista, o novo bizarrinho.

E erra NA MOSCA.

Na.

Mosca.

O filme é sobre uma mulher, mãe de filhos bem adultos, que um dia vai para uma loja comprar um sofea e resolve não sair mais de lá.

E tudo acontece, ou nada acontece, para que tirem a mulher da loja de móveis, nem seu filhos que não estão nem aí com ela, nem os donos da loja, nada faz a mulher sair de lá.

Tanto que até arrumam um quarto pra ela dormir. E um dos filhos dorme com ela, porque vai que ela passa mal.

E o tal diretor quer que a gente compre esse filme como um estudo sobre a alma humana, sobre como as pessoas são diferentes, como elas sofrem e se alegram de formas diferentes.

Só que nada disso é suficiente para que o filme seja minimamente interessante.

Nem bem dirigido.

Nem bem escrito.

Os personagens parecem que não “ornam”, que não pertecem à mesma história.

É muita peruca errada, muito figurino equivocado, no cenário sem graça onde o filme todo se passa, que vergonha.

Mais uma nota: dó.

NOTA: 🎬1/2

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