Eu sou um daqueles espectadores de cinema que se anima MUITO com o famigerado plot twist.
Infelizmente nos últimos anos essa belezinha que surpreende todo mundo, geralmente no final dos filmes, infelizmente tem se tornado um dos piores truques do cinema, principalmente porque essas viradas de roteiro que encontraram na moda tem sido cada vez piores.
Se você escrever plot twist ali na lupa deste blog você vai ver e ler muita resenha detonando filmecos ultimamente e principalmente entronizando outros tantos ótimos, que eu tenho Oldboy no topo da lista.
Angel Baby é um dos filmes que me surpreendeu ultimamente. Faz um tempo que já assisti a história de Val, uma mulher que vai com seu marido passar um tempo em uma cabana tranquilinha para que eles melhores depois de perderem os gêmeos que ela esperava.
Regra 1 de filmes de medo: falou em cabana no meio do nada, já sabemos que vem treta.
E o que vem por aí é que Val entra em uma espiral de desespero a partir de memórias despertadas pela casa.
Só que esse pela casa é uma sensação maligna em “forma” de um fantasma bem do mal.
Ela, o marido e também um “casal” que vai visitá-los começam a se lembrar de segredos de família que seriam melhor se continuassem escondidos.
Veja bem, segredos de família que se ligam ao tal casal que vai visitá-los, num roteiro que a partir de um momento nos surpreende de uma forma que eu juro que não esperava, sendo, como disse antes, este um dos plot twists, uma das reviravoltas de roteiro mais legais desses últimos tempos, o que eleva esse mediano drama de suspense a um patamar mais interessante.
NOTA: 🎬🎬🎬1/2

