Eu descobri finalmente a razão de eu assistir essas comédias românticas extremamente ruins na Netflix.
Para que em dias como hoje, de completa correria, eu consiga só falar mal do filme sem raciocinar muito porque é isso que é A Paris Errada, um filme que se alguém tivesse raciocinado um pouquinho de nada, não seria o #aelertaporcaria que é.
Pra ser sincero assisti esse filme porque a história se passa em um reality show e eu (mea culpa) adoro reality shows.
No filme, uma moça meio pobretona (e sem graça) se candidata para participar de um reality show de namoro porque vai ser gravado em Paris, cidade pra onde ele precisa ir porque foi aprovada em uma escola de artes.
Ela tem o dinheiro para pagar a mensalidade cara mas não para comprar passagem pra lá. Estranho? Claro. Pior é quando ela descobre que a Paris pra onde ela vai é a do Texas, não a da França.
Não sabemos porque mas uma das diretoras do reality se encanta com a tonta que se destaca (não se sabe porque 2) e ganha o coração do solteiro.
Pausa para falar do solteiro: o cara é um deus grego, literalmente. Quer dizer, não literalmente. Mas é praticamente.
Um daqueles caras altos, saradíssimos, loiro de cabelo compridinho, olhos azuis, riquíssimo e gente boa.
Mas que entrou no reality não sei porque, já que é tão perfeito assim. Mas lá, em meio a 20 garotas doidas pra se casar, quem se sobressai é o bonitão mesmo, que inclusive tem uma cena sem camisa lavando um cavalo no contra luz que é de fazer a mulherada ficar com raiva por não terem o mesmo tempo de tela que o cara. A mulherada do filme, eu digo.
Bom, comédia romântica, a gente sabe como termina e todo vai e vem do roteiro é tão óbvio e tão sem graça que deu raiva mesmo.
O que importa é que escrevi isso rapidinho, posso voltar à minha pesquisa “pesada” e amanhã eu prometo que volto com O Agente Secreto e texto bom.
NOTA: 🎬

