Diamantes é uma pequena jóia (desculpe, não resisti) do cinema italiano atual, dirigido por meu preferido Ferzan Özpetek que se preocupa tanto com o elenco estelar quanto pela estética da história, que é quase uma personagem principal.
A gente já tinha visto como Özpetek é um belo diretor tanto em Novo Olimpo quanto em A Deusa da Fortuna onde ele se embrenha por histórias LGBT para falar sobre amores universais.
Özpetek coloca sua “gayzice” para trabalhar bem em Diamantes, numa história de amizade de almas, com um elenco das 18 mais incríveis atrizes italianas contando a história “real” das irmãs Alberta e Gabriella Canova, dupla icônica do figurino das maiores obras italianas do cinema, teatro, tv e ópera.
Os diamantes são essas mulheres incríveis e super interessantes que trabalhavam no estúdio das irmãs e que com todo seu jogo de cintura, criatividade e intimidade, resolviam todo tipo de problema, não só os dos trabalhos que entravam mas também os pessoais dessas mulheres.
Pontos para um filme onde o todo é mais importante que o único, onde o grupo de atrizes é tão poderoso que não existe a principal e a coadjuvante, onde o “herói coletivo” é real, lindo, de dar inveja
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