357/2025 PARA SEMPRE MINHA (KEEPER)

Pra ser bem sincero eu não sei se assisti todos os filmes do Oz Perkins, diretor deste Para Sempre Minha, o Keeper, que todo mundo tá falando.

Eu devo ter assistido sim.

Tá, fui ver e assisti.

Agora posso afirmar com certeza que este é seu pior filme. E pior que pior filme, é um lixo pretensioso.

O filme é sobre uma suposto casal que vai comemorar 1 ano de “namoro” na cabana do cara, que é um milionário playboy enquando ela é uma artista plástica pseudo moderninha.

Não se sabe por quais cargas d’água a fofa começa a delirar a partir de um momento do filme, se é porque ela come um bolo com uns dedos (sim!) dentro, se ela tomou alguma coisa que o primo mais playboy ainda deu pra ela, se foi a namorada russa biscate do primo ou se foi porque o boy teve que voltar pra cidade pra cuidar de uma paciente.

Sim, as alternativas são enormes e a história porcaria não ajuda em nada.

Oz Perkins quis com certeza começar a mostrar que ele seria bom em criar universos, criar monstros, contar histórias surreais, tirar seus filmes do horror normal.

Mas falou miseravelmente.

Para Sempre Minha em sua reta final vira esse filme de monstros e criaturas e possibilidades absurdas só que em suas tentativas explanatórias, Perkins só piora a situação inominável, o buraco fundo em que ele se afundou e levou Keeper junto.

Ah, pra terminar, o filme ainda é estrelado pela medíocre Tatiana Maslany, uma atrizinha que só faz bobagem e o povo baba nela não sei porque.

Ah 2, os caras estão tentando vender esse filme, no desespero, como sendo folk horror, horror caipira. Tadinhos.

NOTA: 🎬🎬

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