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06/2026 A METROS DE DISTÂNCIA

A Metros de Distância é uma tentativa de filme gay moderninho bem sexual totalmente sem graça e sem inventividade nenhuma.

O filme argentino segue Santiago, um cara de 20 anos de idade, bem animado sexualmente, que passa o dia procurando outros caras para transar em todos os aplicativos de pegação possíveis.

Ele não trabalha direito, não sai mais com a amiga, só quer sexo.

E segundo o diretor, o filme é um retrato do que acontece no mundo gay hoje em dia, com amores líquidos, facilidade de encontrar sexo.

Santiago, na verdade, é chato.

Nóia.

Só pensa em sexo.

Sai com qualquer um que dê mole e quando o cara só dá uma olhada e vai embora, ele vai atrás e fica meio que stalkeando mesmo.

Se A Metros de Distância for mesmo um retrato da vida sexual dessa molecada, que bosta que é essa vida.

O filme é totalmente fixo nessa vida do sexo fácil e volátil. Não tem um diálogo que mostre qualquer outro lado de algum personagem que não seja o sexual.

E pra piorar, se bem que era o esperado, o filme termina com uma sequência infinita de uma suruba em um clube de sexo, obviamente.

Porque até então, as cenas de sexo em si são quase inexistentes e quando rolam, são horrorosas.

MAs daí o diretor Tadeo Caro pensou “vou ser malucão na minha estreia na direção e vou fazer uma putaria gigante em um clube de sexo cheio de homem pelado, uhuu, sou uma bicha malucona”.

Só que não.

Nem pra ousar! Nem pra mostrar um close de um dublê de corpo como se fosse o ator principal com algum peguete.

Mas não.

Não aparece ninguém pelado, nem pinto, nem bunda, mal vemos pentelhos e ainda por cima tem toda a iconografia gay atual de couro e harness e estrobo, e luzes coloridas e… DORMI!

NOTA: 🎬🎬

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