Se tem filme com nazistas sendo destruídos cruelmente, tem resenha por aqui.
E não se assuste com uma resenha de filme de Natal em pleno domingo de carnaval. Vez ou outra eu descubro um filme que eu vi há meses e esqueci de resenhar por aqui. Desta vez eu vi meu amigo Fred postar um clipezinho do filme no Instagram e lembrei deste.
O filme é um reboot do filme homônimo de 1984 e já é o sétimo (fiquei chocado) da série.
O legal da história é que é uma “homenagem” do Batman, já que numa véspera de Natal o menino Billy vê seu pai e sua mãe serem brutalmente assassinados por um papai noel desgraçado, que morre na sequência ao lado do moleque que recebe uma “descarga elétrica” do assassino e por ela recebe também um espírito bem desgraçado que comanda a pessoa e que dali pra frente vai usar Billy de fantoche assassino.
O filme é um banho de sangue mas o que realmente importa é que o ator que faz o Billy (Rohan Campbell) tem cara de ator bem genérico de séries de tv mas manda bem aqui. Ele tem cara de nenê mas corpão fortão, o que funciona muito bem pra uma bobagem dessas de nenê manipulado pelo espírito do mal mas com força pra dar umas pauladas quando precisa.
E outro ponto importante é o que eu disse dos nazistas.
Em um momento bom demais, Billy e seu espírito do mal vão a uma festa de natal e quando chegam lá é um encontro de nazistas, comandado por uma das persoangens mais escrotas do filme.
O legal é que Billy nem pensa 2 vezes. Vai pegar no carro seu machado de estimação e começa uma matança tão absurda, tão violenta e tão satisfatória que eu tive até um ataque de riso de nervoso do bem.
De resto, é quase tudo esperado no roteiro mas o diretor Mike P. Nelson se diverte detonando uma quantidade bem boa de personagens abusadores sem vergonha, além dos nazis da festa.
O bom é que vai ter mais uma continuação e espero que se passe na ilha dos pedôs.
NOTA: 🎬🎬🎬1/2

