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087/2026 SOCORRO!

Que. Porcaria.

O mestre do horror sam Raimi, diretor deste Soccorro!, deveria gritar por socorro e sair de fininho.

Socorro! é uma mistura de A Lagoa Azul com Louca Obsessão.

Sem a Brooke Shields, sem a Kathy Bates, sem o Jams Caan e sem o Christopher Atkins.

E com a Rachel MacAdams, cada vez mais desnecessária e esse Dylan O’Brien, que pra mim é o maior mistério de Hollywood (quem ele tá comendo?).

No filme ele é um escroto playboy red pill dono de uma empresa e ela é a mulher do rh, feia, fedida, inconveniente mas genial no trabalho.

Ambos estão no jatinho do cara atravessando o oceano pacífico quando um acidente acontece, todo mundo morre e só sobram os 2 em uma ilha no meio do nada.

O playboy mimado se fode e ela, por acaso, sabe tudo de sobrevivência na selva tanto que queria participar do Survivor e os caras escrotos do escritório descobrem isso no avião logo antes de cair. Roteiro bom, né?

Na ilha a parada acontece como em Lagoa Azul. Só faltou ela engravidar do cara e usar coroa de flores para casar.

Isso porque o escrotão descobre que se não fosse por ela ele nem comeria então ao mesmo tempo da Lagoa Azul rola o Louca Obsessão, onde ela uma hora fala que ela quem manda lá e quis dizer pro red pill: você é minha putinha agora.

Entre risadas e jantares românticos de peixe cru na folha de bananeira e comidas envenenadas, os 2 mantém uma convivência estupidamente sem graça. Até que aparece um barco.

Do nada.

Depois de tempos desce do barco numa roupa linda usando um anel de noivada de milhões de dólares a noiva do red pill para salvar o novo casal que segunda a fofa perdida, não sairia nunca mais da ilha porque ela gostou de pegar e controlar o milionário.

Tudo isso contado da forma mais ridícula possível.

Eu não entendi se o Sam Raimi planejou fazer o filme como uma comédia romântica e se perdeu no meio quando o sangue começa correr. Ou se ele mesmo com tanto conhecimento sobre o horror, pegou um roteiro tão mas tão mal escrito que nem milhões de dólares foram suficientes para o filme funcionar.

Eu acho que as duas possibilidades.

E não me venha colocar música do Blondie no final pra tentar ainda por cima passar esse filme como feminista ou empoderado porque nem isso é. Muito pelo contrário.

Se alguém me disser que lançar mundialmente um filme desses no cinema não é lavagem de dinheiro eu curto meu dedinho fora.

NOTA: 🎬

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