Tá, ninguém gostou desse filme mas eu me diverti horrores.
Adoro horror que começa com üm artefato asteca é encontrado e usado de forma…”.
Amo. Certeza de baixaria com a morte.
Também adoro horror onde as pessoas precisam fugir da morte, ou tentam enganar a morte. Quer dizer, todo filme de horror.
Mas tô falando de filmes do tipo Premonição, onde lá enganam a morte e ela vai matando um a um com as melhores e mais inventivas e criativas mortes possíveis.
O Som da Morte é meio que uma cópia de Premonição. Mas daquelas do tipo “copia mas faz diferente”.
Aqui é sobre um grupo de adolescentes (que mais parecem uns adultos de 30 anos de idade) que estudam na mesma escola mas não são amigos e acabam se aproximando porque ficam de castigo juntos.
Eles combinam de passar a noite na piscina na casa da patricinha e lá ela, em posse de um apito asteca de caveira com cara de morte, assopra o treco e um por um dos que lá estavam e ouviram, a gente já sabe.
O legal e o diferencial desse filme é que a morte, que persegue essas pessoas, as matam mas da forma que elas morreriam no futuro.
Só que no presente.
Por exemplo, o primeiro que morre é um atleta da escola que fica enxergando um tipo de “fantasma” e quando está sozinho no vestiário tomando banho, morre torrado. Embaixo do chuveiro. Sozinho.
E quando fazem a autópsia, está escrito que aquele era o cadáver de um homem de 40 anos de idade, mesmo com a arcada dentária seer compatível com a do cara de 17 anos da escola.
Resumo rápido de mais um absurdo de horror da Shudder, a gente já viu essa história antes mas não da forma como ela é contada aqui.
E o mais legal: as mortes são muito boas. Muito bizarras.
E nesse caso, quanta mais bizarras, melhor.
NOTA: 🎬🎬🎬1/2

