109/2026 CAYETANA, A DUQUESA DE TODOS

Eu não gosto de famílias reais.

Pronto falei.

Acho que esse tipo de gente tá no mesmo balaio dos milionários e bilionários, gente rica demais que não serve pra nada, que só pensa no acúmulo de riqueza, o “quanto mais tem mais quer”.

Eat the rich.

Não sei porque fui assistir o novo documentário da Netflix Cayetana, A Duquesa do Povo, na verdade a duquesa de Alba, sobre uma nobre espanhola amada e venerada em Sevilha.

Claro que fui com os 2 pés atrás pronto pra detonar a fofa mas pelo que vi no filme, parece que ela foi uma grande de uma gente boa, daquelas pessoas que tem muito dinheiro e que ajudam o povo de verdade.

Ao que parece ser duquesa na Espanha não é assim tão fodão, o que importa lá é ser príncipe e princesa, pertencer a família real mesmo.

Mas a tal da Cayetana era fodona em Sevilha, onde nasceu, viveu e morreu.

Sempre foi uma mulher “boêmia”, como diz seu filho, devia ser daquelas pessoas que se jogam mesmo na noite, que bebem e se divertem e dançam e cantam e sapateiam.

O filme de quase 2 horas é tão bem feito que me fez ter algum tipo de conexão com Cayetana, pelas histórias contadas por sua família, seus biógrafos e por suas amigas.

E apesar de todo o blá blá blá, o que eu mais gostei de saber é que ela não foi sepultada no panteão dos Alba, de sua família, onde os duques e duquesas todos se encontram.

Ela quis ser enterrada na igreja dos ciganos, num canto que ela mesmo havia escolhido e onde está para todo o sempre.

Super do povo. Sei.

Mas de novo, o filme é muito bem escrito e editado, a ponto de ter me enganado direitinho. Ou não, porque na verdade eu nem fui tentar descobrir a real história de podridões de Cayetana, que deve ter MAs a preguiça bateu e eu preferi acreditar que já houve uma nobre bacana européia.

Pena que tem pouco material da própria duquesa, ela devia ter sido ótima, meio doidinha até.

NOTA: 🎬🎬1/2

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