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145/2026 OBSESSÃO

Todo mundo me perguntando se eu tinha gostado do horrorzinho hype da temporada e sim, eu gostei.

Não amei. Longe disso.

Mas gostei da história, que a gente já viu 500 vezes no cinema, do cara que usa um amuleto/subterfúgio sobrenatural para fazer com que sua amiga de infância e seu crush se apaixone por ele.

Quando ele compra o negocinho de quebrar e fazer pedido ele é avisado pela vendedora da loja que não adianta reclamar depois, ao que ele pergunta “por que é bom demais ou porque é uma falcatrua?”.

E elle pede que ela o ame acima de tudo e de todos. Só.

O que eu gostei do filme é que o diretor e roteirista Curry Barker mostrou a que veio: muito horror, sem vergonha na cara, muita violência e a obsessão do título do filme elevada à enésima potência, já que a fofa da Nikki fica literalmente doida pelo Bailey.

E por isso ela vai fazer tudo e mais um pouco para tê-lo ao seu lado.

Tudo.

E mais um pouco.

tem uma sequência ótima mais para o final do filme quando o carinha consegue comprar outro amuleto para desfazer o pedido e o amuleto não funciona. Está nas regras, era só ter lido as letras pequenas da caixinha.

Ele pede pro seu amigo pedir por ele, o amigo acha que ele tá doido e acaba pedindo para o amuleto 1 bilhão de dólares, que imediatamente começam cair do céu em suas cabeças.

Essa é uma ceninha fofa e engraçada que dá pra contar aqui e mostra que se a gente tinha dúvidas da eficiência do negocinho, que a gente não tinha mais, obviamente, tudo se explica de novo.

As cenas mais absurdas do filme, as mais violentas, as mais bizarras, precisam causar o
“susto” que causou em mim. A surpresa neste filme conta muito.

Mas de novo, história antiga contada de forma bem boa sem vergonha na cara, sem moral e sem juízo. O que sempre é bom para um horror nos dias de hoje.

NOTA: 🎬🎬🎬🎬

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