A coisa mais legal deste documentário Chris e Martina: O Último Set, sobre 2 das maiores tenistas de todos os tempos, Chris Evert e Martina Navratilova, é descobrir que apesar das enorme rivalidade nas quadras, ela eram e ainda são melhores amigas.
Chris Evert sempre foi a queridinha americana, a namoradinha dos EUA, bonitinha, loirinha, fofa.
Martina Lavratinova não. Ela era a “vilã” dessa história.
Nascida na Tchecoslováquia, pediu asilo aos EUA quando o país foi tomado pelos comunistas, ela sempre quis ser amada em seu novo país mas quando jogava contra Chris, era a comunista, a sapatão comunista, porque além de tudo ela se assume lésbica e o povo cai matando quando as 2 se encontram em jogos.
Este documentário em cartaz na Netflix mostra muito o que aconteceu nas vidas das amigas e rivais durante décadas.
Martina, em um momento, diz que quando joga com a Chris e perde fica feliz porque a amiga venceu. Ao que Chris dá risada e diz que ela não, que fica mal quando perde pra Martina, que é mais fria e competitiva que a amiga.
Mas que sempre torce por Martina, sempre a ajuda e principalmente, é o ombro amiga, aliás, ambas são, quando ambas descobrem que tem câncer.
Chris e Martina: O Último Set vai nos contando a evolução do câncer na vida das atletas em paralelo à história delas sendo contada, o que deixa tudo mais dramático ainda porque aos poucos vamos entendendo sobre a amizade acima da rivalidade e o quanto elas se ajudam, como deveria ser com todo mundo.
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