95/365 TILT

Tilt é um verbo da língua inglesa que significa literalmente “inclinar”. Mas para os velhos jogadores de fliperama, tilt era quando a gente batia com força na máquina ou levantava a máquina pra não perder a bolinha e a máquina travava, dava tilt. Tilt é o nome do documentário que Joe, um diretor de filmes lança e faz sucesso, claro que sobre fliperamas. Mas no … Continuar a ler 95/365 TILT

84/365 TODO O DINHEIRO DO MUNDO

Todo O Dinheiro do Mundo é o mais recente filme do meu muso Ridley Scott que se viu na maior polêmica antes mesmo de chegar às telas. Dias antes de sua estreia veio à tona o escândalo de assédio sexual de Kevin Spacey que vivia o milionário Jean Paul Getty no filme. O que Ridley fez? Tirou o ator do filme e refilmou tudo com … Continuar a ler 84/365 TODO O DINHEIRO DO MUNDO

81/365 ALONG FOR THE RIDE

Ontem falei do ótimo documentário sobre Grace Jones e disse o quanto o sucesso de um filme como esses depende de seu personagem principal, de seu tema, ser interessante. Hoje falo de Along For The Ride, um documentário maravilhoso sobre o grande Dennis Hopper, um dos grandes atores e diretores americanos. O filme conta a história de Hopper depois do gigantesco sucesso do “filminho” que … Continuar a ler 81/365 ALONG FOR THE RIDE

80/365 GRACE JONES: BLOODLIGHT AND BAMI

Lição número 1 na escola de cinema na primeira aula de documentário: para se fazer um bom documentário você precisa de um ótimo personagem/tema. A diretor Sophie Finnes (que por acaso é irmã do Ralph Fiennes) achou o seu em Grace Jones, uma das mais importantes artistas vivas, que influenciou e mudou a cara não só da música, mas da estética dos últimos 50 anos. … Continuar a ler 80/365 GRACE JONES: BLOODLIGHT AND BAMI

65/365 JAWBONE

Finalmente consegui assistir Jawbone, filme inglês absurdo de bom sobre um lutador de boxe fudido e detonado na vida. O cara, depois de ser considerado um garoto prodígio aos 16 anos, vencendo um campeonato importante, caiu na desgraça por causa basicamente de álcool e mais problemas familiares. Anos depois, adulto, detonado pela vida, volta à academia onde começou a carreira e tenta um recomeço. Jawbone … Continuar a ler 65/365 JAWBONE

63/365 THE FEMALE BRAIN

O mal do cinema hoje em dia são os filmes que poderiam ou deveriam ser séries de televisão. No caso desse lixo que é The Female Brain, o filme poderia ser um episódio de 20 minutos de uma série engraçadinha e olhe lá. O filme foi escrito, estrelado e dirigido pela Whitney Cummings, que é boa, escreve piadas boas mas não é uma atriz nem … Continuar a ler 63/365 THE FEMALE BRAIN

61/365 PERMISSION

Permission é um filminho que eu quase não assisti e teria me arrependido se o tivesse perdido. Ele é uma comédia romântica só que não, o que é legal para uma renovação que o gênero tão americano e tão fofo e bunda mole precisa. Permission é sobre um casal bem feliz, ela é uma estudiosa de música ele um carpinteiro com uma oficina e loja … Continuar a ler 61/365 PERMISSION

57/365 ROCKNROLL

Muito boa comédia francesa que tinha passado pelo meu radar mas que caiu no meu colo agora. Ri muito e não esperava tanto. A ideia é engraçada. Rocknroll é um pseudo docu-drama sobre a crise de meia idade do famoso ator, diretor e roteirista francês Guillaume Cannet. Ele é casado com a superstar francesa Marion Cotillard, com quem tem um filho. E agora com 43 … Continuar a ler 57/365 ROCKNROLL

Os bolos de aniversário de diretores.

Mais um! O fodão do Henry Hargreaves se junto com a artista Nicole Heffron e criaram os bolos de aniversário (e mais um setzinho pra acompanhar) de grandes diretores. Brian De Palma, Walt Disney, George Lucas, Alfred Hitchcock, John Huges, John Waters, Stanley Kubrick, David Lynch, Paul Thomas Anderson, Martin Scorcese e Seth MacFarlane. Tinha do Tara(do)ntino também, mas esse blog boicota o idiota. Continuar a ler Os bolos de aniversário de diretores.

44/365 HAPPY END

Um dos maiores prazeres da minha vida é assistir filmes do mestre austríaco Michael Haneke. Não por menos eu vinha esperando ver Happy End desde que foi lançado ano passado no Festival de Cannes. Ontem uma cópia finalmente caiu em minhas mãos e me joguei no filme. E pela primeira vez na vida, fiquei decepcionado. Happy End me pareceu um filme sem inspiração, quase preguiçoso … Continuar a ler 44/365 HAPPY END