Quer ver filme de mulher empoderada, mulher fodona, mulher poderosa, com um belo de um elenco feminino que domina geral?
Assista A Última Palavra.
Se não fosse motivo suficiente esse, o filme é estrelado pela Deusa Shirley MacLaine com a ótima Amanda Seyfried lado a lado quebrando tudo.
Esqueça essas comédias bestas cheias de peido e bebedeiras estreladas por mulheres que são vendidas como filmes de empoderamento. Esse sim é, mostrando mulher fodona de verdade.
A personagem de Shirley é uma mulher já na melhor idade, um tanto deprimida com a vida e que, com medo do que escrevam em seu obituário no jornal quando ela se for, e ela se preparando para uma partida breve, resolve meio que escrever o seu obituário com a jornalista responsável vivida pela Amanda.
Sim, ela é poderosa a ponto de entrar na sala do dono do jornal e “pedir” isso delicadamente. E ser atendida.
Ela foi, em seu dias áureos, uma das principais e mais poderosas publicitárias da sua região e, por ser poderosa e durona e tudo mais, foi afastada de sua agência mas não depois de ganhar rios de dinheiro e continuar ganhando até então.
Aos poucos convivendo com a jornalista, que diz como faz uma pesquisa para fazer os obituários, a mulher chega à conclusão que quer aproveitar os últimos tempos de sua vida para fazer algum relevante e importante para que assim não seja só lembrada como a mulher forte que foi, mas também como a mulher de bom coração.
Juntas elas vão descobrindo que a vida pode ser bacana e o filme, apesar de seu leve humor, tem um tom soturno ao mostrar o crescimento das duas personagens principais, o entendimento do mundo e como uma ajuda a outra nesse caminho não tão tranquilo.
Roteiro bem bacana e direção também fazem do filme uma garantia de diversão, um daqueles filmes que mesmo a gente achando que sabe o final, nos dá nó na garganta ao mesmo tempo que nos faz sorrir.

