Mulher Maravilha é um filme legal, né?
Todo mundo tá gostando, finalmente um filme de uma super heroína fodona e olha que coincidência, justamente na época de empoderamento feminino.
O legal do filme é criar toda uma mitologia cinematográfica sobre uma das heroínas mais legais da DC.
E o mais legal é que distanciaram essa mitologia da forma tão adorada da série de tv com a Linda Carter, lá do século passado.
A Mulher Maravilha sempre foi empoderada, feminista, poderosa e fodona e 40 anos atrás isso era ainda mais “absurdo”, num mundo mais machista do que o que vivemos hoje em dia.
Mesmo assim a nova Mulher Maravilha, vivida pela ótima Gal Gadot, ainda sofre críticas sendo a maior delas que ela é movida pelo amor que sente pela personagem de Chris Pine, o que na minha opinião é mentira.
O senso de proteção e justiça dela é patente por todo o filme, vindo com uma ingenuidade típica de uma mulher que viveu em uma ilha isolada sem nunca ter visto um homem ou saber o que era uma guerra e vilões nazistas, temendo “apenas” Áries, o Deus da Guerra.
O filme é bonito, é caro, mas pra mim ainda é um filme de super herói, com tudo de bom e ruim que esse tipo de filme tem.
Não, não é um filme dos melhores de super herói, tipo Deadpool ou Guardiões da Galáxia ou o melhor de todos, Logan.
Mas para um primeiro filme, para apresentar personagem, para mostrar de onde veio e pra onde vai, Mulher Maravilha se mostra bem competente.
Só espero que o próximo seja menos óbvio, menos simplista, com menos CGI de ator voando (que me deixa tão com preguiça) e com um roteiro ainda mais fodão pra uma mulher tão fodona como a amazona Diana merece.

