Sweet Virginia foi uma ótima surpresa.
Assisti o filme do nada, sem informação nenhuma e fiquei bem impressionado.
Se o diretor Jamie M. Dagg fosse um pouco mais ousado e se o roteiro fosse um pouco melhor, sem umas bobagens inúteis, o filme seria um dos melhores de 2017.
Numa cidadezinha no meio do nada americano, num bar fechado, 3 amigos jogam pôquer quando são interrompidos por um desconhecido esquentadinho que do nada, atira e mata os 3 amigos sem dó.
Logo depois vemos, em seus velórios, que eles eram casados, amigos mas que nada era tão bacana como poderia parecer.
A mulher de um o traía com seu irmão, o ex astro de rodeios e seu sócio no motel da cidade e a mulher do outro, cansada de ser constantemente traída, contratou o matador para dar fim ao seu marido.
Só que o matador, obviamente um cara bem descompensado e bem doido e frio, resolve por ele mesmo matar os outros 2 que por lá estavam.
Esse matador, meu ator americano preferido atual, o ex Girls Christopher Abbott (de quem já falei bem em Ao Cair da Noite) se hospeda no motel e fica amigo do dono sem saber que acabou de matar o irmão do cara.
E os próximos dias vão sendo bem tensos com as descobertas que vão sendo feitas por causa das mortes, um drama total.
Ah, o ex astro de rodeios é um outro fodão da vez, Jon Bernthal de Pilgrimage, que está quebrando tudo em O Justiceiro da Netflix.
E Jon manda muito bem também, mancando e apesar de fortão e barbudão, é meio bunda mole, no melhor personagem do filme.
