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111/365 THE LAST MOVIE STAR

Pensa algum momento na sua vida que você fez a escolha errada e que, pensando em perspectiva, essa escolha acabou dando rumo à sua história.

Esse é basicamente o mote de The Last Movie Star.

No início de sua carreira, Burt Reynolds começou a aparecer em filmes causando uma certa admiração em seus pares.

Aos poucos começou a ser comparado com Marlon Brando e, à época, foi colocado no mesmo patamar de De Niro e Al Pacino.

Mas lá atrás, Reynolds fez a escolha que mudaria o rumo de sua carreira: começou a fazer filmes de ação, de carros, de corrida, enquanto seus colegas enveredaram por projetos considerados mais artísticos.

E o resto é história.

O último movie star do filme é Reynolds, que do alto de seus 80 anos de idade, recebe um convite de um festival de cinema de Nashville para receber um prêmio pelo conjunto de sua obra.

Aconselhado por seu amigo Chevy Chase, lá vai Reynolds para um festival que praticamente não existe, encontrar fãs, responder perguntas e principalmente, ser acompanhado para cima e para baixo por uma artista plástica doida, irmã do dono do pseudo festival.

The Last Movie Star é um docu-drama, um filme que trata de pessoas reais e acontecimentos reais de forma ficcionalizada, onde não sabemos o quanto dali é verdade ou não.

O filme começa bem com essa ideia mas não tem fôlego para continuar por muito tempo e vai caindo de qualidade e ritmo rapidamente. O que é uma pena, porque a premissa é boa, Burt Reynolds está ótimo como um velho rabugento e reclamão e sua assistente, que é seu extremo oposto, é uma ótima personagem, vivida pela bem boa Ariel Winter de Modern Family.

NOTA 🎬🎬

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