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135/365 THE BODY TREE

The Body Tree tem só um problema: não dá medo suficiente pra ser um filme de terror e não tem um roteiro esperto o suficiente para ser um thriller.

Hoje em dia muitos filmes ficam nesse limiar de gêneros, o que acaba sendo bom.

Mas não neste caso, infelizmente, porque a ideia do filme é bem boa.

Uma estudante russa é morta nos EUA e, depois de 1 ano do ocorrido, seus amigos vão para a casa de seus familiares na Sibéria para uma celebração em sua homenagem.

O problema é que lá chegando descobrem que seus pais morreram nesse meio tempo e seu irmão e único familiar vivo, é um shamam que começa a realizar rituais que não terminam muito bem.

Um demônio (para os ocidentais), uma força maligna muito forte é libertada porque, enquanto o assassino da russa está preso, essa força veio do ódio do verdadeiro assassino que está entre eles.

The Body Tree tem todas as alegorias maravilhosas do folclore russo, ou do que poderia ser o folclore russo siberiano, já que eu particularmente não conheço nada de lá.

Mas se forem reais as histórias elas são ótimas.

O irmão shamam é um puta personagem que se perde porque o roteiro no meio da história resolve que o mais importante é descobrir quem é o assassino com papo furado, ao invés de focar no gore, que poderia ser mais interessante.

E usar o folclore para tentar resolver os mistérios do filme seria mais interessante do que ouvir um bando de estudantes de 20 e poucos anos de idade resolverem por eles mesmos o que deve ter acontecido.

Mas, o rumo é outro e o filme não é nem uma coisa nem outra e a decepção é grande.

Se bem que a cena final pode até ser considerada engraçada, no bom sentido.

NOTA 🎬🎬1/2

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