No automático noite passada, assisti Predestinados na Netflix, filme que nem sabia da existência.
E tem a Toni Collette e o irreconhecível Matthew Goode no elenco.
Eles são um casal de cientistas nos anos 1970/80, bem pragmáticos, que tem a brilhante ideia de, além do filho que ela espera, adotarem mais 2 crianças e fazerem um experimento bizarro com elas.
Primeiro, o filho deles, de 2 cientistas, seria criado para ser um artista. Outro, um menino vindo de uma família de pessoas violentas, seria criado para ser um pacifista. E por fim, uma menina vindo de uma família de idiotas e ignorantes, seria criada para ser uma intelectual.
Para isso eles conseguem uma “bolsa” de financiamento de um outro doido e assim o casal passa os próximos 13 anos de suas vidas em uma cabana no meio do nada, educando em casa essas 3 crianças para irem totalmente contra suas naturezas.
A história é bem promissora, ideia interessante, mas o roteiro vai se perdendo na rotina da família.
Ao mesmo tempo que focam em coisas que nada acrescentam ao roteiro, o diretor parece que acaba se esquecendo de desenvolver cenas novas para contar mais da história.
Parece que por uma boa parte do filme eu vinha assistindo os mesmos planos repetidos à exaustão.
Pra piorar, o roteiro é tão furado, cheio de barrigas e faltas de explicações que chega uma hora que até a Toni Collette desiste de tudo.
NOTA: 🎬🎬

