Eu quase não asssisti Destination Wedding porque os reviews do filme são bem ruins.
Mas não tinha como deixar de ver a Winona beijar o Keanu, casal preferido desde o Dracula.
Dracula, aliás, onde eles dizem que na cena onde eles se casam, o padre não era um ator, mas sim um padre real. Assim sendo, eles são tecnicamente casados desde então.
E neste filme, que é um filhote dos filmes de Woody Aleen, conta a história de 2 desconhecidos que se conhecem indo a um casamento, convidados do noivo.
Daí descobrem que ela é a ex do noivo e ele é o irmão do noivo. E ambos dizem o quanto o noivo falava mal de um para o outro.
E as coincidências, ou as afeições eletivas, terminam por aí.
Como o casamento é em uma cidade longe de onde moram, eles pegam o avião juntos, dividem o taxi, se hospedam no mesmo hotelzinho, ficam na mesma mesa da festa, lá ao fundo, longe de todo mundo, como 2 párias mesmo.
E a grande coisa do filme, ou a maior crítica, é que só os 2 atores falam no filme inteiro.
Na minha opinião, não precisava mais que isso mesmo.
Os 2 estão muito bem, muito bem dirigidos, em personagens bem construídos, com profundidade, história e relevância.
Poderia dizer até que Destinatio Wedding é uma versão da trilogia do por do sol pelas mãos de um pupilo de Allen, com bom humor, personagens neuróticos, cheios de manias.
E o filme ainda tem uma das grandes sequências do ano: uma das melhores cenas de sexo dos últimos tempos, onde o casal “se pega” no campo, depois de fugirem de um leão da montanha, onde mesmo assim, não param de falar e reclamar e discutir.
NOTA: 🎬🎬🎬1/2

