Filme gay israelense é sempre previsível mas sempre bacana.
The Cake Maker não foge à regra.
Um israelense casado e com filho tem um caso (olha que cafona falar caso) com um confeiteiro alemão em Berlim, pra onde ele viaja todo mês a trabalho.
Os 2 são bem apaixonados, o alemão sabe da família do outro e tudo mais.
Até que o israelense some, não dá mais notícias, não atende mais o telefone.
O alemão vai até o prédio onde ele trabalho em Berlim e descobre que ele sofreu um acidente em Israel e morreu.
O que o alemão faz?
Vai pra lá stalkear a família do cara.
Por acaso a mulher do cara tem um café em Jerusalem e o alemão insiste e consegue emprego lá de ajudantes, já que não pode ser garçom nem fazer mais nada por causa das leis religiosas para que o lugar seja kosher.
Aos poucos o alemão vai se aproximando da viúva e um dia ele faz uns biscoitos de canela que o marido levava para ela sempre que voltava de Berlim.
E já viu o auê que dá.
O filme é bem bonitinho, é previsível mas tem umas reviravoltas de roteiro bem boas no meio.
E o elenco é ótimo, super bem dirigido, num filme bem cuidado e bem realizado.
O único defeito é que o Cake Maker é pudico demais para um filme gay.
Ou isso ou o filme é romântico demais para uns dias mais frios que eu tenho passado ultimamente.
Mas vale a pena.
NOTA: 🎬🎬🎬

