264/365 THE CAKEMAKER

Filme gay israelense é sempre previsível mas sempre bacana.

The Cake Maker não foge à regra.

Um israelense casado e com filho tem um caso (olha que cafona falar caso) com um confeiteiro alemão em Berlim, pra onde ele viaja todo mês a trabalho.

Os 2 são bem apaixonados, o alemão sabe da família do outro e tudo mais.

Até que o israelense some, não dá mais notícias, não atende mais o telefone.

O alemão vai até o prédio onde ele trabalho em Berlim e descobre que ele sofreu um acidente em Israel e morreu.

O que o alemão faz?

Vai pra lá stalkear a família do cara.

Por acaso a mulher do cara tem um café em Jerusalem e o alemão insiste e consegue emprego lá de ajudantes, já que não pode ser garçom nem fazer mais nada por causa das leis religiosas para que o lugar seja kosher.

Aos poucos o alemão vai se aproximando da viúva e um dia ele faz uns biscoitos de canela que o marido levava para ela sempre que voltava de Berlim.

E já viu o auê que dá.

O filme é bem bonitinho, é previsível mas tem umas reviravoltas de roteiro bem boas no meio.

E o elenco é ótimo, super bem dirigido, num filme bem cuidado e bem realizado.

O único defeito é que o Cake Maker é pudico demais para um filme gay.

Ou isso ou o filme é romântico demais para uns dias mais frios que eu tenho passado ultimamente.

Mas vale a pena.

NOTA: 🎬🎬🎬

Um pensamento sobre “264/365 THE CAKEMAKER

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