Todo filme novo do Keanu Reeves me causa primeiro um belo de um sorriso e depois de 2 horas, geralmente, como é o caso desse Réplicas, risadas nervosas.
Neste filme, Que Ano Horrívis (desculpe, é fim de ano, não resisti) é um super médico/engenheiro/biotécnico/emaisumacaralhadatodadetítulos que está realizando uma pesquisa absurda que vai mudar o futuro da humanidade: ele vai transferir as memórias dos mortos para robôs.
Mas mesmo trabalhando em uma centro de pesquisas ridículo de tecnológico, moderno, cheio de máquinas com luzinhas, ele não consegue fazer os robôs “se comportarem” depois que recebem as memórias.
Ema uma noite chuvosa, ele e sua família perfeita de comercial de margarina vão de carro pela estrada e sofrem um acidente horroroso.
Todos morrem, menos o fofo.
Daí adivinha o que acontece?
Óbvio: ele pega os 3 cadáveres, guarda em sua casa, rouba uns equipamentos pequenos e que dê pra carregar do laboratório e traz sua mulher e seus 2 filhos adolescentes de volta à vida.
Vou repetir: com meia dúzia de maquininha mais ou menos ele faz o que anos e anos em um laboratório bizarro de bom não faz.
Bom, tudo bem. Vamos respirar fundo e esperar que os 3 mortos e agora vivos se comportem mal, comam cérebros e matem os bichinhos da vizinhança, já que a esposa dá sinais de que algo está errado.
Mas não. Claro que ele conta ao seu companheiro médico o que fez e logo o dono do laboratório chega cobrando essas descobertas.
E o filme vai perdendo a alma que já não tinha como os 3 mortos, que agora estão vivos e se comportam como se nada tivesse acontecido.
Aliás, o roteiro é tão ruim que vai ignorando um monte de coisas que acabaram de acontecer e vai seguindo em frente.
Pior que eu assisti o filme até o final esperando que pelo menos uma bomba atômica explodisse, mas não, Réplicas termina nada original, como o próprio título já preconizava.
NOTA: 🎬1/2

