Continuando na vibe gay argentina, saindo do moleque bandido da vida real e indo pra um filminho bonitinho mas ordinário.
Meu Melhor Amigo, que sim, tá na Netflix, é daqueles filmes que eu chamo de anti clímax, porque eu fiquei por quase 2 horas esperando que algo acontecesse e nada.
O filme conta a história de Caíto, um moleque todo tatuado, quase adulto, rebelde, que vai passar um tempo na Patagônia na casa de um amigo de seu pai.
Lá ele começa a conviver com Lorenzo, filho mais velho do casal, tímido, todos acham que é gay, estudioso e tal.
Caíto já chega chegando, na primeira noite já sai pra beber sem pedir permissão, carrega Lorenzo e os 2 voltam tarde e detonados.
Depois, pouco a pouco, os caras vão virando melhores amigos, apesar e por causa de suas diferenças tão extremas.
Diria que um ajuda o outro a crescer, mas no fundo Lorenzo ajuda muito mais Caíto, filho de mãe super depressiva, de pai que se casou de novo e a nova esposa não gosta dele e que pra piorar tudo, teve um “acidente” feio com o filho da madrasta que a mandou embora de casa.
Meu Melhor Amigo é bonitinho, bem filmado, lírico até, mas só.
Falta tensão geral, tudo o que mais esperamos de um filme com um par de adolescentes borbulhando adrenalina e tesão.
O diretor cria situações que seriam típicas para que eles se jogassem nos braços um de outro mas segura a mão, puxa o freio e nada acontece.
Claro que nem sempre a tensão sexual adolescente se concretiza, mas se não quisesse que nada rolasse, não tivesse dado dando dica das possibilidades óbvias.
NOTA: 🎬🎬🎬1/2
Ia colocar o trailer, mas tem link do filme completo legendado.

