Estocolmo é uma comédia absurda, segundo seu diretor, baseada em uma história real absurda.
Em 1973, um criminoso meia boca assalta o maior banco da capital sueca e faz alguns funcionários reféns e em troca pede para que seu amigo também bandido, preso, seja libertado em troca da libertação das pessoas.
O filme é estrelado por Ethan Hawke, como o ladrão porcaria, Noomi Rapace como a funcionária refém e o fodão Mark Strong como o outro bandido.
Eu deveria ter dado uma pesquisada sobre a história real para tentar encontrar o absurdo disso tudo, porque se depender do filme, a história é tão idiota e sem graça que o absurdo deve ter ficado só na peruca que o personagem de Hawke usa.
O filme acabou transformando a história numa comédia no nível do bandidinho, bem meia boca.
Se a história real era absurda, o diretor perdeu a maior das oportunidades de fazer uma comédia de absurdos, de erros e até bem pastelão, porque tudo caberia.
E Estocolmo não tem nada disso.
A única coisa fora do comum é o relacionamento da refém com seu sequestrador: a síndrome de Estocolmo que ocorre onde? Em Estocolmo.
A verdade é que este assalto acabou gerando o termo Síndrome de Estocolmo que é um estado psicológico particular em que uma pessoa, submetida a um tempo prolongado de intimidação, passa a ter simpatia e até mesmo amor ou amizade perante o seu agressor.
A história do filme é boa, o roteiro é bom, os atores são bem dirigidos, mas não me venha tentar me enganar vendendo o filme com algo que não existe, não suporto isso, a nota cai um bocado pela enganaçnao, apesar da competência.
NOTA: 🎬🎬1/2

