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154/2019 SÍNDROME DE ESTOCOLMO

Estocolmo é uma comédia absurda, segundo seu diretor, baseada em uma história real absurda.

Em 1973, um criminoso meia boca assalta o maior banco da capital sueca e faz alguns funcionários reféns e em troca pede para que seu amigo também bandido, preso, seja libertado em troca da libertação das pessoas.

O filme é estrelado por Ethan Hawke, como o ladrão porcaria, Noomi Rapace como a funcionária refém e o fodão Mark Strong como o outro bandido.

Eu deveria ter dado uma pesquisada sobre a história real para tentar encontrar o absurdo disso tudo, porque se depender do filme, a história é tão idiota e sem graça que o absurdo deve ter ficado só na peruca que o personagem de Hawke usa.

O filme acabou transformando a história numa comédia no nível do bandidinho, bem meia boca.

Se a história real era absurda, o diretor perdeu a maior das oportunidades de fazer uma comédia de absurdos, de erros e até bem pastelão, porque tudo caberia.

E Estocolmo não tem nada disso.

A única coisa fora do comum é o relacionamento da refém com seu sequestrador: a síndrome de Estocolmo que ocorre onde? Em Estocolmo.

A verdade é que este assalto acabou gerando o termo Síndrome de Estocolmo que é um estado psicológico particular em que uma pessoa, submetida a um tempo prolongado de intimidação, passa a ter simpatia e até mesmo amor ou amizade perante o seu agressor.

A história do filme é boa, o roteiro é bom, os atores são bem dirigidos, mas não me venha tentar me enganar vendendo o filme com algo que não existe, não suporto isso, a nota cai um bocado pela enganaçnao, apesar da competência.

NOTA: 🎬🎬1/2

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