Ficção das melhores, produzida e lançada pela Netflix ontem, surpresa boa pro final de semana.
Imagina a possibilidade (cada mais mais plausível) do mundo ter chegado ao fim definitivamente.
Uma robô foi designada para cuidar/criar uma nova população para povoar a Terra em um mundo subterrâneo absurdamente tecnológico onde milhares de fetos estão preservados só esperando serem desenvolvidos.
Ela começa com uma menina, que nasce e cresce chamando a robô de mãe, que a ensina, treina e a protege dos ares tóxicos do mundo exterior.
Elas vivem bem, uma dia a dia de rotinas sem nenhuma novidade.
Até que um dia a menina, agora adolescente, ouve barulhos vindos de fora, fortes batidas em uma das portas totalmente blindada, que ela abre e vê uma mulher pedindo pra entrar.
Quando um grão de areia consegue entrar em uma ostra no momento certo ele se transforma em uma pérola.
Não é o que acontece em I Am Mother.
A intrusa, indesejada e inesperada acaba criando o caos em um mundo de paz e tranquilidade com uma nova informação: a Terra foi destruída por causa de robôs iguais à mãe.
E nada mais vai ser o mesmo.
I Am Mother é um filme sem firulas, sem super reviravoltas de roteiro e extremamente bem dirigido pelo estreante Grant Sputore.
E o melhor: a direção de arte, aliada aos ótimos efeitos especiais só não só melhores que a maravilhosa Clara Rugaard, a atriz dinamarquesa que rouba o filme como a filha.
NOTA: 🎬🎬🎬🎬

