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158/2019 I AM MOTHER

Ficção das melhores, produzida e lançada pela Netflix ontem, surpresa boa pro final de semana.

Imagina a possibilidade (cada mais mais plausível) do mundo ter chegado ao fim definitivamente.

Uma robô foi designada para cuidar/criar uma nova população para povoar a Terra em um mundo subterrâneo absurdamente tecnológico onde milhares de fetos estão preservados só esperando serem desenvolvidos.

Ela começa com uma menina, que nasce e cresce chamando a robô de mãe, que a ensina, treina e a protege dos ares tóxicos do mundo exterior.

Elas vivem bem, uma dia a dia de rotinas sem nenhuma novidade.

Até que um dia a menina, agora adolescente, ouve barulhos vindos de fora, fortes batidas em uma das portas totalmente blindada, que ela abre e vê uma mulher pedindo pra entrar.

Quando um grão de areia consegue entrar em uma ostra no momento certo ele se transforma em uma pérola.

Não é o que acontece em I Am Mother.

A intrusa, indesejada e inesperada acaba criando o caos em um mundo de paz e tranquilidade com uma nova informação: a Terra foi destruída por causa de robôs iguais à mãe.

E nada mais vai ser o mesmo.

I Am Mother é um filme sem firulas, sem super reviravoltas de roteiro e extremamente bem dirigido pelo estreante Grant Sputore.

E o melhor: a direção de arte, aliada aos ótimos efeitos especiais só não só melhores que a maravilhosa Clara Rugaard, a atriz dinamarquesa que rouba o filme como a filha.

NOTA: 🎬🎬🎬🎬

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