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177/2019 LIFE LIKE

Life Like é um filme que a premissa não é tão boa, me foi vendido como uma “ficção científica quase gay”.

Çay!

O filme conta a história de um cara lindo e cool, casado com uma mulher linda e cool que de repente viram milionários pq o pai dele morre e deixa para o filho único, uma fortuna incalculável.

Eles se mudam de um apartamentinho em NY para uma mansão cheia de cômodos e empregados e vazios, como ela fala.

Ele, acostumado com tudo isso, não entende por exemplo a esposa ter mandado esses funcionários todos embora.

Pra compensar esse dilema de vida dela, por não se conformar em ter pessoas que trabalhem pra ela, eles resolvem comprar um robô para fazer os trabalhos na mansão.

Ufa, resolveu o problema da fofa, que agora não vai se sentir mal em estar sendo superior a outras pessoas.

E já que eles vão comprar um robô, porque não comprar um cara lindo e gostoso tipo modelo fodão, porque, né?

O que eles não esperavam era que o tal do robô mudaria para sempre a vida deles.

Bom, essa seria uma sinopse razoável de um filme porcaria.

O diretor/roteirista Josh Janowicz, criou uma história tosquíssima pra poder fazer um filme sobre um robô gostoso.

Esse papo de patrão empregado no filme é tão, mas tão ruim que tem frases da esposa que são constrangedora, filosofia política de uma pessoa paz e amor, que de repente fica rica e se sente mal mas ao invés de levantar a bunda da cama (literalmente, porque é onde ela fica o tempo todo “trabalhando”), ela dá uma de ricaça e compra o robô.

O papo de ficção científica é pra justificar o robô ao mesmo tempo que ninguém tem celular e eles se falam em telefones de tecla com fio.

Sim, no futuro os telefones voltam a ter fio.

Ah, mais um coisa. O herdeiro tem que cuidar da empresa do pai e resolve transformar tudo em ecológico, politicamente correto, enquanto fica em sua mesa pensando e bebericando um copo de uiscão.

Tudo. Errado.

Sorte que eu tenho o fast forward com imagem.

Ah, tem uma cena de sexo gay que não vale a papagaiada toda de antes e depois, apesar da beleza toda.

NOTA: 🎬

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