074/2021 O AMOR DE SYLVIE

Meses atrás quando assisti O Amor de Sylvie, eu prometi a mim mesmo que não postaria aqui de tão porcaria que achei ser o filme.

Mas como eu tenho o serviço de utilidade pública #alertaporcaria, aqui estou.

O filme é estrelado pela ótima Tessa Thompson, que à época do lançamento, recebeu um monte de elogios vindos não sei da onde. Ou sei sim, provavelmente dos presentes enviados pela Amazon pra jornalistas que adoram mimos.

Mas O Amor de Sylvie, nem com presente, é relevante ou bom ou razoável ou qualquer outro adjetivo elogioso.

É um melodrama cheio de pseudo referências dos filmes de Hollywood da década de 1950 só que seu diretor e roteirista Eugene Ashe, mais acostumado a fazer filmes porcarias para a televisão, acabou fazendo um filme porcaria com pretensões cinematográficas.

Só que com cara nem de filme de televisão, daqueles dos anos 1990 que passavam nas tardes do SBT, mas sim de tele teatros da tv Cultura.

Veja bem, os tele teatros da tv Cultura eram bem legais, com textos ótimos, elencos incríveis, mas eram isso, peças de teatro transmitidas pela televisão.

O Amor de Sylvie parece uma peça de teatro ruim, com cenários capengas (a rua em frente o prédio de Sylvie adolescente parece ter sido feita de papelão) e o pior, com uma direção de arte, aqui incluindo figurino e maquiagem, pior do que tele teatro de qualquer canal de televisão tosca, tipo Rede Tv.

O filme conta a história de uma jovem de uns, sei lá, 18, 19 anos, que tem um caso com um músico de jazz no verão, que vai trabalhar na loja de discos do pai mas que logo depois sai em turnê pela Europa e deixa a namorada para trás com um presente inesperado.

Até aí, em princípio, tudo bem, se não fosse por tudo de ruim que já citei.

O problema fica inacreditável quando o filme pula para vários anos para a frente e os personagens parecem que só trocaram de roupa, parece que nada mudou a não ser a passagem de tempo do calendário.

Como eu prego aqui pelo mantra do “sem spoilers”, concluo essa resenha com: fuja de O Amor de Sylvie como bolsominion foge de livros de história.

NOTA: 1/2🎬

Um pensamento sobre “074/2021 O AMOR DE SYLVIE

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