126/2021 VOZES E VULTOS

Que filme porcaria, minha gente.

Começa que Vozes e Vultos tá sendo anunciado pela Netflix como um horror moderno.

Daí a gente assiste e descobre que não tem quase nada de horror e muito menos de moderno.

Amanda Seyfred (Mank) mais erra que acerta, né?

Logo depois de ser indicada ao Oscar ela é uma artista plástica super bacana casada com um professor universitário escroto, o típico de filmão americano, daqueles que tem casos com suas alunas descaradamente.

Eles se mudam para um cidadezinha qualquer por causa da carreira dele e ela larga a dela por amor.

Cóf cóf.

Lá eles se mudam para uma casa assombrada e essa historinha promete já que envolve espíritos bacanas, mortes na casa e mesa redonda que conversa com os espíritos.

O problema é que de repente o roteiro esquece tudo o que tem de legal aí e parte pra várias possibilidades equivocadas.

O suspense do filme vira uma coisa tão óbvia que a gente adivinha o que vai acontecer só pela falta de direção.

O horror é esquecido, o drama é esquecido, o suspense é esquecido e chega um momento que o sono vem e as risadas involuntárias se sobressaem.

Mais quase 2 horas perdidas na vida, valeu Netflix.

NOTA: 🎬

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