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139/2024 STING: ARANHA ASSASSINA

É, minha gente, muito filme de aranha pra pouco filme bom de aranha.

Mentira, eu gostei do francês de semanas atrás, apesar do povo falar mal. Gente chata.

Ruim é esse Sting: Aranha Assassina.

Quer dizer, não é ruim ruim, não é um lixo, mas não é bom.

Sting é o filme que a gente já viu quinhentas vezes não com aranhas mas com várias outras bobagens no lugar.

Aqui a aranha muito do mal vai parar em um prédio bem tosco onde mora a adolecente que levou a aranha, sua avó que já está pirando, pra lá de Bagdá e sua tia avó, a dona dos apartamentos, uma “véia” meio gótica mal humorada que tem uma arara linda de estimação.

A menina mora com a mãe, o irmão recém nascido e o padastro que é meio pai, um desenhista que também é o zelador do prédio.

A tal da aranha a menina achou e colocou dentro de um pote e começa alimentá-la com baratas e o melhor, quer dizer, o pior: a aranha começa a responder com assobios quando a menina fala com ela.

Aí já ri e desencanei de levar o filme a sério.

Tem momentos engraçadinhos da avó, tem momentos ternos com o pai e a menina e tem muito momento trash da aranha crescendo ridiculamente e comendo tudo o que vê pela frente.

Gosmas, sangue, tripas, closes de bichos nojentos e de outros assados, mas nada que assuste ou que dê nojo ou que pelo menos nos mostre uma ideia nova.

Sting é tão meia boca que os caras estão vendendo o filme como ótimo só porque “não tem” efeitos especiais computadorizados, parece que tudo no filme foi feito ao vivo com efeitos especiais práticos. Isso é legal mas não o suficiente.

De Sting eu ainda prefiro o cantor inglês.

NOTA: 🎬🎬

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