001/20205 BLACKOUT

Este ano resolvi fazer diferente… e começar os filmes sem nenhuma obviedade pra trazer boas vibrações pra 2025 e trazer cada mais filmes desconhecidos pra você que aqui lê.

E que forma melhor de comemorar o ano novo do que com quem filme de lobisomem.

Blackout, escrito e dirigido por Larry Fesseden, conta a história de Charley, um artista deprimido, que bebe demais, que largou sua namorada porque descobriu que se tornou um lobisomem depois de ser mordido por um monstrão.

O problema é que ele mora numa vila no meio do nada onde o maior problema é a construção de um resort que vai detonar a floresta e as fontes de água do lugar, pelas mãos gananciosas de seu sogro, e a chegada de muitos mexicanos ao local como mão de obra barata que viraram alvo dos antigos exatamente por serem mexicanos e baratos.

Charlie é curiosamente vivido por Alex Hurt, filho do meu preferido William Hurt, que é homenageado no filme através de fotos com Alex quando Charlie fala de seu pai já morto. Só isso já valeu o filme.

Charlie parece um personagem de graphic novel adulta de monstro, como111 o lobisomem deprimido que planeja sua própria morte com uma bala de prata.

Ele é um solitário apaixonado, que sente vergonha por ter matado quem matou enquanto estava monstro, que sempre ocorre um dia antes e um dia depois da lua cheia, todo mês, como uma menstruação da alma, onde ele precisa sangrar só que não o seu próprio sangue.

Blackout é tão pequenininho, que seu maior problema talvez seja mesmo a falta de dinheiro porque boas intenções, roteiro, bom elenco e boa direção estão sempre bem à mostra.

E o filme tem o trunfo fundamental: a participação mais que especial da diva do horror B, Barbara Crampton, como a advogada que vai ajudar Charlie em sua luta contra a construção do resort e claro, alguém que o lobisomem galã beija.

NOTA: 🎬🎬🎬1/2

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