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254/2025 A HORA DO MAL

A Hora do Mal é aquele filme que a chamada de marketing, o slogan dele deveria ser “aceita que dóis menos”.

Ah, mas por que a bruxa…

Pst! Aceita que dói menos.

Mas qual a importância da professora beber…

Pst! Aceita que dói menos.

Só uma pergunta: por que as crianças saem correndo com os braços…

Pst! Aceita que dói menos.

E assim vai.

O filme parece ser super legal, com uma premissa já vista, de uma sala de aula inteira de alunos de seus 12 anos de idade sumindo, menos 1 dos meninos.

Pra onde foram? Como sumiram?

Claro, a culpa é da professora que é nova na cidade e que bebe vodka e mora sozinha (Julia Garner boa como sempre), ela é uma bruxa, vamos pintar bruxa no carro dela com uma tina que ela não vai conseguir lavar.

Ah, agora vamos conhecer a história pelo lado do pai de uma das crianças que sumiu (Josh Brolin, fazendo o que aqui, queridão?), que odeia a professora, acha que ela é a vilã mas que logo a ajuda e só falta beijar, depois que eles trocam informações importantes.

Tá, então agora vamos ver o lado do diretor da escola, a bicha que mora com o marido e que não fede nem cheia.

Não, né? Então vamos ver a história do viciado em crack, do nóia. Ou do policial que é furado pela seringa suja do nóia e que é ex da professora.

Todo mundo tentando entender porque as crianças sumiram e porque o menino sobrou. Alguma dúvida?

Ideia bem boa com um roteiro ruim que tenta ser moderninho, dividindo os personagens principais em capítulos, só que esses personagens se não estivessem lá e a história focasse em quem interessa, o filme seria bom de verdade. E o pior é que o roteirista é o diretor Zach Cregger e o filme anterior dele é bom demais, o Noites Brutais.

Claro que vou falar da tia Gladys, mas ssó citar porque a surpresa é boa, a melhor personagem do filme e que se meu faro estiver certo, vai ter um filme dela explicando como ela chegou aqui.

Pra terminar, porque o filme é tão meia boca que me cansou, preciso falar do título original, Weapons, Armas, que não faz o menor sentido. Primeira vez que uma tradução brasileira é melhor.

Como disse, aceita que dói menos porque pouco faz sentido aqui.

Você, meu amigo, que diz que esse é um dos melhores do ano, apenas pare!

Você sabe quem você é. Beijo. Abraço. Outro.

NOTA: 🎬🎬1/2

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