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261/2025 TRAINWRECK: THE CULT OF AMERICAN APPAREL

Faz uns meses que eu vi esse filme e ainda não postei minha humilde resenha.

E fico vendo o rascunho por aqui e hoje me irritei e vai na força do ódio mesmo, já que o ódio veio mesmo da história desse culto, no pior dos sentidos, da marca dos EUA de roupa de ginástica e de seu dono/criador abominável.

A história bizarra resumida é que a American Apparel sumiu tão rápido quanto apareceu.

O tal do dono/CEO/rosto da marca era um cara rápido, malucão, esperto, tinha uma grana mas sabia muito bem usar (e abusar, como depois foi sabido) de todo mundo que trabalhava com ele e pra ele.

E usava essas pessoas de uma forma tão “sedutora” que fazia as moças e as mulheres, principalmente mas não só, meio que doarem suas vidas à marca.

Como num culto mesmo, aqueles típicos podres americanos.

O que a gente vai vendo nos filmes é de arrepiar e claro, vendo de fora, já sabendo que tudo foi por água abaixo, a gente pensa “como esse povo se deiou levar nesse nível”. Mas lá, no calor do momento, as coisas claro que foram bem diferentes.

O clima de sedução, de paquera, de “família”, de “amor”, era tão pesado, tão bem pensado que de novo vendo de fora a gente acaba entendendo como aquilo tudo aconteceu: homem predador, jovens (homens e mulheres) que se identificam com a marca de roupas e estilo de vida do homem predador, se jogam, se entregam, se deixam levar por promessas que em princípio até acontecem mas que logo vão por água abaixo, meio que num esquema de pirâmide amorosa só que a única pessoa que ganhava era o dono predador.

O filme está na Netflix, é parte da série Trainwreck de documentários sobre “catástrofes” e eu recomendo.

NOTA: 🎬🎬🎬

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