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035/2026 A PRAGA

O tão hypado e esperado A Praga finalmente dá as caras e pra ser sincero, podia nem ter dado.

Nnao entendo o povo babando nesse filme, só porque esteve selecionado na mostra Um Certo Olhar em Cannes 2025.

Esse drama de body horror é mais um filme de adolescentes que pra mim, ultimamente, são os piores que tenho visto.

Por melhor que seja o elenco de atores jovenzinhos, nada decola, tudo fica meio com cara de peça de escola e se não fosse um dos personagens, o mais detonado de todos, o que mais sofre com o bullying e com as consequências físicas, o filme seria uma bobagem gigante.

Não que não seja.

O filme é sobre um acampamento de férias de pólo aquático para meninos e nado sincronizado para meninas, com idades de no máximo uns 15 anos de idade, aquela época desgramado de molecada chata demais, que não sabe nada de nada, que quer começar a experimentar maluquices tipo beber vodka e que só servem pra detonar os amiguinhos.

Um deles é Ben, um magrelo feioso que quer se enturmar com a galera dos “famosinhos”, os mais desgraçados, claro, que começam a zoá-lo por não conseguir dizer a letra “T”.

Mas Ben é bonzinho, ao mesmo tempo que quer entrar pra turma do mal, ele sente pena de Eli, o menino que sofre tanto bullying que sua pele estourou toda de nervoso, medo e desespero.

E a molecada diz que ele tem a praga, tudo pelas manchas vermelhas pelo corpo.

Apesar de ter um supervisor geral, que é o treinador de pólo aquático (Joel Edgerton, que também é produtor do filme), parece que ele não enxerga um palmo a frente do nariz.

Obviamente a molecada do mal vê Ben conversando com Eli e diz que ele também está com a praga.

Tudo isso num filme bem dirigido até pelo também roteirista Charlie Polinger, com cenas lindas debaixo d’água na piscina de treinos, mas nada me deixou flutuando e pior, me deixou inconformado deste filme ter estreado em Cannes e ser comparado a Cronenberg.

Blasfêmia.

NOTA: 🎬🎬

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