116/2026 O JOGO DO PREDADOR

Eu juro que queria entender o que acontece na vida profissional de uma atriz como Charlize Theron que tinha uma carreira incrível, vencedora de Oscar, filmes importantes como protagonista e de repente ela abre produtora própria, começa bradar aos 4 ventos que agora ela só vai fazer os filmes que quer e desde então só faz filme bosta.

Caso parecido aconteceu com Nicole Kidman que poucos anos atrás disse que priorizaria trabalhar com diretoras mulheres, fez uma caralhada de filmes e séries muito ruins, nada que preste, depois de uma ccarreira grande, como todos nós sabemos.

Obvamente que isso acontece com atores homens em Hollywood em maior escala até, mas os filmes ruins desses caras eu nem assisto.

E aqui o foco é na Charlize que depois do desastre The Old Guard 2, onde ela tinha controle da parada toda, ela vem com um dos piores filmes do ano, este Apex, O Jogo do Predador, mais uma vez lançado pela Netflix.

A “piada” do filme é contada no título e no filme nos primeiros minutos, o que nos faz perder todo o interesse pelo que vai acontecer, já que naqueles primieros minutos a gente sabe quem é a personagem de Charliz, porque ela está lá e do que ela é capaz.

E quando descobrimos quem é o tal predador, as coisas ficam mais estúpidas ainda.

Charlize é Sasha, uma mulher que se arrisca muito com seu marido em escaladas radicais, daqueles que as pessoas dormem em barracas armadas nos paredões das montanhas.

Só que seu marido, o tadinho do Eric Bana, ou melhor, srote dele, morreu nos primeiros 3 minutos e não precisou aguentar um roteiro ruim com os piores fundos verdes mal recortados e mal produzidos da história.

Tempos depois da morte do marido, Sasha resolve voltar a se aventurar e depois de uma cena patética no mercadinho da porta do parque pra onde ela vai, onde ela é quase assediada por 2 homens violentos, no que parecia a cena da Jodie Foster sendo violentada naquele filme horrível que lhe deu o Oscar, Sasha é meio que salva da situação por um outro local, vivido por um Taron Egerton carequinha, que já dá pala do que realmente está acontecendo.

A partir daí o filme é um jogo de gato e rata, de perseguição implacável, onde o vilão dá uns minutos de vantagem para a bonita fugir antes que ele a persiga para matá-la.

Nada, nadinha, nadica de nada é surpreendente, ou bem filmado, ou bem escrito.

Obviamente que o roteiro foi feito para o povo que não presta atenção, que precisa de explicações o tempo todo, a regra de ouro da Netflix nos dias de hoje, mas tem uma hora que o predador vira pra ela, enquanto ela está ao que parece imprisionada e lhe diz “eu peguei seu nome e pesquisei na internet sua história e a morte de seu marido no paredão da montanha quando ele caiu”.

Jura que precisa explicar em 40 minutos de filme o que a gente viu no início?

Precisa, pelo que parece.

Mas o diretor, o islandês medíocre Baltasar Kormákur, faz de tudo para que seu espectador seja sempre lembrado do porquê ele está lá, que é ver a Chalize Theron correndo, pulando de precipícios, indo de kaiake rios e rios abaixo, enquanto foge de um cara chato, sem graça, sem sentido, que não aguentaria um assoprão dela bem dado, apesar dos músculos todos do Taron, mostrados enquanto ele brinca pelado de pular no rio.

Triste é pouco

NOTA: 🎬🎬

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