274/2026 TOO MANY BEASTS

Eu fiquei tão fascinado com o francês Too Many Beasts que de cara não percebi que era uma comédia bem desgraçada.

Eu achei que estivesse assistindo um thriller policial, cheio de dramas psicológicos pesados quando na verdade o riso sim é o motivo do filme ser tão bom, tão leve, apesar de todos os pesares.

O filme se passa numa cidadezinha no meio do nada francês onde os javalis são sistematicamente caçados e mesmo assim invadem casas, destroem plantações e comem todo tipo de animal pequeno que conseguem encontrar pelos sítios, com foco grande nas galinhas e patos.

O recém chegado à cidadezinha Sargento Fulda (o ótimo Alexis Manenti) é colocado para investigar os ataques dos javalis assim como os ataques aos javalis mas principalmente, com seu novo companheiro de trabalho, a investigar o que parece ser o aparecimento de Brun, um fazendeiro que está desaparecido desde que matou com um tiro no peito o corrupto presidente do clube de caça ao javali, que tinha o falido fazendeiro na palma da mão.

Enquanto se embrenha pelas maluquices da cidadezinha, Fulda começa a fazer terapia com Danjir, a psicóloga da polícia, vivida pela surpreendente Ella Rumpf, o que não é nada fácil para o policial que foi expulso de onde vivia por espancar seu companheiro, colocar fogo na casa da ex mulher e mais alguns motivos fofos só que não.

Esses probleminhas de Fulda acabam tendo um tamanho maior do que ele desejava já que seu novo capitão não gosta de sua presença, principalmente porque ele está de cabeça investigando o rolo todo dos javalis e de alguns detalhes importantes que nnao são muito bem explicados pela população.

Logo Fulda descobre no bar gay do lugar uns novos amigos com quem se diverte bem e de quem consegue informações de covil bem interessantes que não existem nos arquivos da polícia.

Não por acaso, acaba se aproximando da psicóloga Danjir, e a nova dupla de policiais que quase nnao são, mas agora acelerados por uma água batizada não sei sabe bem com o que, viram o ponto alto da história com literalmente um “final feliz” totalmente inesperado dentro de uma viatura policial com um deles algemado.

Toso os parabéns para a estreia na direçnao de Sarah Arnold que se continuar por esse caminho, vai longe, para nossa sorte.

NOTA: 🎬🎬🎬🎬

Leave a Reply