275/2026 ACAMPAMENTO MIASMA: ADOLESCÊNCIA, SEXO E MORTE

Jane Schoenbrun é uma pessoa roteirista e diretora de cinema que explodiu com a porcaria de filme Eu Vi o Brilho da TV. Juro, quando assisti eu achei que tivesse tido um AVC ou algo parecido porque não acreditava que todo mundo tinha achado aquela porcaria a salvação da lavoura, ops, a salvação do cinema LGBTQ. Tá, não a salvação, mas o próximo passo, o próximo nível, ou sei lá mais o que falaram daquele lixo.

Daí deram um monte de dinheiro e a pessoa roteirista e diretora de cinema perpetrou essa outra porcaria chamada Acampamento Miasma: Adolescência, sexo e Morte, com estreia em Cannes, vencendo a Queer Palm, a palma para filmes LGBTQ e com um elenco dos sonhos.

O filme é estrelado pela deusa das deusas Gillian Anderson e pela mini musa da comédia Hannah Einbinder.

Hannah é Cris uma pessoa roteirista e diretora (ops, de novo?) contratada para realizar o próximo capítulo de uma franquia de terror bem trash.

Para isso Cris resolve ir atrás de Billy Presley, a reclusa ex atriz do filme original, para que ela retorne à franquia com todo o louro que merece.

Ao encontrá-la morando no meio do mato, obviamente, elas começam uma relação que sai da meramente profissional para um caos psicológico. Esse caos acaba se espalhando pela produção, pelas vidas das duas, pelo dia a dia que elas levam no meio do mato, tudo criando um turbilhão delirante na cabecinha (oca) de Cris, que poderia ter sido uma ida a um inferno delirante oitentista mas Jane Schoenbrun preferiu um caminho bem pessoal e (até que) esperado, se você já conhece sua obra, ou pelo menos a porcaria do filme anterior.

A única coisa que se salva no filme é a personagem de Gillian, que é um arremedo de Gloria Swanson como Norma Desmond se também fosse uma personagem de Marlene Dietrich, se ela vivesse nos nossos tempos estúpidos.

Tempos estúpidos esses que só pioram quando um filme como esse, de uma pessoa diretora ruim como essa, é incensado neste nível impensável.

NOTA: 🎬🎬

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