V/H/S/ é uma franquia de horror found footage, gênero que eu particularmente não gosto, mas que o filme anterior a este, V/H/S/Beyond, eu achei o máximo.
Esta nova empreitada vai por um caminho que eu gosto menos ainda: o trash engraçadinho sem graça.
Mas o filme tem 2 pontos bem legais.
O primeiro, a antologia é apresentada pelos monstros do Gwar, a banda de heavy metal desgraçada formada por monstros.
O segundo ponto é que os episódios são focados em música, ou na verdade, em som.
E os diretores convidados a criarem episódios viajaram bem na possibilidade de usarem “som” para criarem suas histórias de horror.
Eu achei tudo bem porcaria, tudo óbvio sem surpresas.
A não ser pelo episódio onde o foco é o “não som”, ao invés do som.
É a história de um casal de urbex, os exploradores humanos que eu falei outro dia no documentário sobre os bastidores proibidos da Disney.
Aqui eles encontram, e transmitem tudo ao vivo pelo canal do youtube, daí o found footage, um lugar no meio de uma floresta e para lá vão tentar entrar e entender o que é.
Ao entrarem eles descobrem que é um tipo de um bunker, ou um lugar todo fechado e lacrado provavelmente por militares.
Eles conseguem entrar e ao abrirem uma porta pesada fechada, entram em uma sala totalmente à prova de som.
Você já ouviu falar desses lugares? Salas tão lacradas que existe zero som onde, dizem, a gente consegue ouvir a batida do nosso coração e o sabgue correndo em nossas veias.
Lugar pra pirar né?
Só que essas salas são de entrada restrita, não dá pra ficar muito tempo dentro delas, só que o casal de urbex, obviamente, nnao contavam que a porta da sala fecharia e eles ficariam presos lá dentro.
Até que o horror toma conta. Pesado. Mesmo.
Todos os outros filmes, ou episódios, poderiam ter seguido essa linha de horror de verdade. Não que não seja horror de verdade, mas a comédia me irrita muito nesses casos e as possibilidades diminuem.
Como acontece aqui. Uma pena.
NOTA: 🎬🎬

