285/2026 V/H/S/MIXTAPE

V/H/S/ é uma franquia de horror found footage, gênero que eu particularmente não gosto, mas que o filme anterior a este, V/H/S/Beyond, eu achei o máximo.

Esta nova empreitada vai por um caminho que eu gosto menos ainda: o trash engraçadinho sem graça.

Mas o filme tem 2 pontos bem legais.

O primeiro, a antologia é apresentada pelos monstros do Gwar, a banda de heavy metal desgraçada formada por monstros.

O segundo ponto é que os episódios são focados em música, ou na verdade, em som.

E os diretores convidados a criarem episódios viajaram bem na possibilidade de usarem “som” para criarem suas histórias de horror.

Eu achei tudo bem porcaria, tudo óbvio sem surpresas.

A não ser pelo episódio onde o foco é o “não som”, ao invés do som.

É a história de um casal de urbex, os exploradores humanos que eu falei outro dia no documentário sobre os bastidores proibidos da Disney.

Aqui eles encontram, e transmitem tudo ao vivo pelo canal do youtube, daí o found footage, um lugar no meio de uma floresta e para lá vão tentar entrar e entender o que é.

Ao entrarem eles descobrem que é um tipo de um bunker, ou um lugar todo fechado e lacrado provavelmente por militares.

Eles conseguem entrar e ao abrirem uma porta pesada fechada, entram em uma sala totalmente à prova de som.

Você já ouviu falar desses lugares? Salas tão lacradas que existe zero som onde, dizem, a gente consegue ouvir a batida do nosso coração e o sabgue correndo em nossas veias.

Lugar pra pirar né?

Só que essas salas são de entrada restrita, não dá pra ficar muito tempo dentro delas, só que o casal de urbex, obviamente, nnao contavam que a porta da sala fecharia e eles ficariam presos lá dentro.

Até que o horror toma conta. Pesado. Mesmo.

Todos os outros filmes, ou episódios, poderiam ter seguido essa linha de horror de verdade. Não que não seja horror de verdade, mas a comédia me irrita muito nesses casos e as possibilidades diminuem.

Como acontece aqui. Uma pena.

NOTA: 🎬🎬

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