E lá vou eu de novo nos filmes de boxe, ainda procurando entender essa minha fixação.
Se bobear esse já é o quarto ou quinto que resenho esse ano (falta pelo menos 1 pra falar ainda).
O bom de Journeyman é que o filme vai para um lado mais sombrio de uma história sobre um boxeador de sucesso, mais velho, que sofre um revés físico o que o leva a repensar a vida em uma descida ao profundo de sua alma.
O filme é escrito, dirigido e estrelado por Paddy Considine, um cara que já tinha se mostrado um belo de um ator e que com esse seu segundo filme nos mostra que também é um belo de um diretor.
A história do boxeador em fim de carreira, que enfrenta uma luta problemática para garantir mais dinheiro e mais estabilidade para sua mulher e sua filha depois de sua aposentadoria acaba sendo um drama sobre pseudo demência, responsabilidade e perda de referências.
Considine tem a sorte de estar cercado de um elenco absurdo de bom, com total destaque para Jodie Whittaker, que faz sua esposa.
Filmão.
NOTA: 🎬🎬🎬1/2


Um pensamento sobre “236/365 JOURNEYMAN”