Outubro é meu mês preferido para filmes muito por causa da Mostra de Cinema de SP, onde vi uns filmes maravilhosos mas onde vi um dos piores da minha vida.
A começar por ele, o novo do Lars Von Trier, A Casa Que Jack Construiu.
Teve um dos melhores do ano com a Chloe Grace Moretz num campo de conversão gay, O Mau Exemplo de Cameron Post.
Teve a comédia coreana que quebrou tudo em Hollywood, Podres de Ricos.
Teve o filme que vai render a Ben Foster uma indicação ao Oscar, Leave No Trace.
Teve um dos top 10 do ano e o mais inventivo e doido, Sorry To Bother You.
Teve um terror da Netflix que me lembrou porque eu amo tanto o cinema inglês dos anos 1970, Apóstolo.
Teve o mais politicamente incorreto do ano, beirando o proibido, The Kindergarten Teacher.
E teve o melhor do ano, o filme que mais me afetou até agora, o novo do Spike Lee, Infiltrado na Klan, filme que entraria para o currículo escolar, se a gente vivesse num país desenvolvido.

