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Filmaços esnobados pelo Oscar que você deveria assistir. Parte 2.

Continuemos.

Monos – o filme colombiano deveria estar entre os indicados a filme estrangeiro SÓ pelo fato de nos proporcionar uma das maiores viagens espirituais de 2019.

As Loucuras de Rose – Jessie Bucley, a doidona Rose, pra quem não sabe é a assistente da Judy Garland no filme da Renée. E ela é tão boa que foi indicada ao Bafta de melhor atriz, perdendo, obviamente, pra Renée que falou mais dela no discurso que do próprio filme.

Booksmart – Fora de Série – o filme da Olivia Wilde poderia facilmente ter uma indicação de roteiro ou uma de atriz coadjuvante para Beanie Feldstein que ninguém ia achar estranho. Porque estranho é indicarem a Kathy Bates como coadjuvante.

A Maratona de Brittany – o filme lindinho de 2019 poderia ter uma indicação de roteiro facilmente, mesmo não ganhando seria um carinho dos bons com o cinema ainda indie.

Gay Chorus Deep South – o documentário que mais me fez chorar nos últimos anos relegado a segundo plano pela tal academia. Feio.

O Rouxinol – este é polêmico, o povo odeia mas eu amo. E acho que Aisling Franciosi merecia uma indicação de atriz. Guardem esse nome.

Her Smell – finalmente a cientologista uó Elisabeth Moss em uma personagem totalmente fora do que esperamos dela, uma rockstar lésbica e drogada, num filme muito, mas muito bom.

Greener Grass – o absurdo americano do ano, surreal, colorido, bizarro, muito engraçado e totalmente desprezado. Mas seu dia chegará, GGrass.

Queen and Slim – a viagem mais “style” do casal fugindo da polícia preconceituosa poderia levar indicações de direção (primorosa), roteiro e fotografia (uma aula de luz).

Retrato de Uma Jovem em Chamas – depois de Parasita, é o melhor filme da temporada e a França resolveu indicar outro (bom também) para o filme estrangeiro. Não dá pra entender, porque esse levaria melhor diretora, atriz, fotografia, facilmente.

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