Uma coisa que acaba comigo aqui neste blog é “ter que” falar mal de um filme que pode ser que seja fofo e legal e engraçadinho e interessante e importante.
Mas que eu não tenha gostado nem um pouco.
Esse é o caso desta animação (oi?) engraçada (quase) lésbica, com o melhor título de todos.
A Sapatona Galáctica.
Só por esse título eu dou uma claquete inteira na nota.
Mas a história da princesa galáctica sapatona apaixonada, que acabaou de levar um pé na bunda e chora sem parar pra mim não rolou.
Pra começar, eu não sou o maior fã de animação mas a ideia de um filme de animação lésbico me deixou animado a ponto de assistí-lo.
E a animação em si não é um problema porque é bem interessante, com uma direção de arte bem legal.
O problema é transformar uma historinha tola de adultas, pelo menos de jovens adultas, em uma historinha de adolescentes bestas me irritou.
E o filme é o que eu já disse, a tal princesa lésbica espacial leva um pé da namorada que ela ama muito, mas que a acha uma chata, é abduzida pelos vilões da história, os homens brancos do mal.
E a princesa diz que vai atravessar as galáxias para salvar seu amor.
Fim.
O filme pra mim é mais um episódio semi adulto das Meninas Super Poderosas do que um filme adulto e engraçadaço cheio de detalhes espertos, o que pra mim seria ideal.
Mas como estamos longe, muito longe de viver em mundos ideais, o mundo ideal da sapatona galáctica está longe, bem longe do meu.
Passo.
NOTA: 🎬🎬1/2

