Estamos em 2026 e Hollywood ainda faz filmes que se passam no Brasil com atores hispânicos, com trilha de música não brasileira e cheio de piadas xenofóbicas.
Obviamente que Bolas Pra Cima é muito ruim e não só por isso.
Primeiro que o filme é estrelado pelo lixo do Mark Wahlberg, um “ator” que tem mais carisma no antebraço esquerdo que talento.
Pr asorte de quem assiste essa bobagem gigante, o contraponto do fortão é o ótimo Paul Walter Hauser, que aqui não faz papel de serial killer/demente/doente, mas sim de um cara que tem a ideia de fazer uma camisinha que cubra/proteja também o saco escrotal (pra que mesmo?) e que sua empresa tenta patrocinar a Copa do Mundo de futebol de 2025 no Brasil.
Só que ele e o personagem do Mark precisam vender a ideia e os 2 patetas erram na mosca.
Só que eles acabam no Brail para o final da Copa, atrapalham tudo, caem nas graças de um traficante irmão da Gisele Bundchen que queria ser modela da Victoria’s Secrets, vivido pelo também ótimo Sacha Baron Cohen.
Esse traficante é o responsável por detonar o Brasil em praticamente todas as suas falas. Ele mente? Não. Mas não precisava heheheheh
Bola Pra Cima é daquelas comédias escatológicas que Hollywood ama, cheia de piadas de duplo sentido, a começar pelo título, juntando futebol e a camisinha pro saco, por exemplo.
O problema é que só uma 3 ou 4 piadas funcionam (oi roteiristas, cadê vocês?) e o filme é um arrasto de ignorância, idiotice ruim em um filme da Prime Video que se veio de lá, provavelmente é lavagem de dinheiro, como eu venho falando há um tempo já.
Que tistreza.
NOTA: 🎬

