087/2022 KNUCKLEDUST

Eu sigo no meu périplo de assistir todos os filmes das atrizes e dos atores e dos diretores e dos roteiristas que eu gosto e nem sempre saio satisfeito.

Com Knuckledust o sentimento é bem estranho.

Meu irlandês preferido, Moe Dunford, aqui é Hard Eight, um lutador/boxeador/cara do mal ligado ao submundo do crime.

Em um clube chamado, adivinha, Knuckledust, ele se diverte batendo e apanhando.

Sim, Knuckledust é um clube de luta onde essas festinhas radicais acontecem, sendo que nessas noites, lutadores do mundo todo vão pra lá para participarem de um joguinho meio romano época do Coliseu: todo mundo luta e só um sai de lá vivo. E rico.

Só que nesse dia em específico, o Knuckledust é invadido pela polícia que tenta descobrir se Hard Eight realmente é o vencedor da noite ou um serial killer, porque todos os caminhos levam a conclusões não tão óbvias.

Aposto que você leu até aqui e pensou: nossa, já vi isso em algum lugar.

Sim, em centenas de filmes feitos desde a década de 90 na tentativa de emular o universo do Tarantino, dos diretores de publicidade americanos que foram pro cinema fazer filmes como Clube da Luta.

Nada em Knuckledust é inédito, genial. Até a direção de arte é uma “homenagem” àqueles anos, o que até aí dá preguiça.

A caricatura geral vence a nossa paciência.

Tudo em Knuckledust foi consumido, mastigado e cuspido de volta sem nem mesmo um toque de anos 2020, infelizmente.

O filme é ok, não é ruim, só não é bom, além do Moe Dunford, claro.

NOTA: 🎬🎬1/2

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