144/2026 MOTHER MARY

Outro dia vi a Anne Hathaway numa entrevista dizendo que fez 5 filmes a serem lançados em 2026.

Começou mal com O Diabo Veste Prada 2, um dos truques mais safados do ano, uma continuação tão preguiçosa que nem o roteiro netflixiano ajudou nossa paciência.

Aproveitaram o hype do Diabo e a A24 lançou esse Mother Mary, o pior filme do ano ao lado do Bola Pra Cima.

Lá atrás quando eu falei mal de A Lenda do Cavaleiro Verde, o exército de “trolls do raipe” me xingou de tudo quanto é nome, dizendo que o diretor David Lowery era um gênio incompreendido.

Bem meus leitores, aqui vai o novo filme dod leitor “jenial”, o pior filme do ano, o lixo que a A24 não deveria ter lançado, já que o filme custou 20 milhões de dólares, menos que o filme do Bozo, e arrecadou nem 3 milhões.

Lavagem de dinheiro? Ah não, esse é de novo o filme do Bozo.

Mother Mary é o nome da personagem da Anne, uma artista pop que volta com a carreira após anos parada e sumida.

E pra isso ela procura sua amiga de vida Sam Anselm, vivida pela maravilhosa Michaela Coel, que depois de arrasar em Os Christophers, que eu resenhei semana passada, faz papel de tonta aqui.

Sam é uma designer de moda, uma estilista agora mega famosa, que Mother Mary largou pelo caminho, tipo soltou a mão. E agora ela volta rastejando pedindo pra que a (ex) amiga crie a roupa que a popstar vai usar em seu retorno.

Eu não entendi vários pontos do filme, sinceramente.

O primeiro deles: por que Mother Mary fica com cara de choro, fica prestes a chorar, o filme inteiro? Que ridículo.

Dá raiva da personagem porque parece que ela faz a tadinha, a abandonada, que sofreu, sofre e provavelmente ainda vai sofrer bastante.

Mas o sofrimento futuro foi o de fazer o filme em si. E depois de ter de assistí-lo. Pra sorte de Anne e de Michaela, o filme já estreou fracassado e não tiveram pré estreias para elas irem presencialmente e term que ver essa porcaria de novo e de novo.

Se Mother Mary fosse um curta metragem já seria chato, porque o filme é sobre as amigas que se reencontram e que discutem suas vidas juntas, anos atrás, e separadas depois de tantos anos, depois que a popstar virou uma cuzona, o que poderia ser um documentário.

Sabe o que é mais ridículo? É que o diretor Lowery disse que a personagem Mother Mary é inspirada na Taylor Swift, e como que ele acha que Taylor Swift vai ser no futuro.

Coitada.

Não desejaria isso para minha pior inimiga.

Como não desejo indicar esse filme para meus piores inimigos, se é que eles (ainda) existem.

NOTA: 1/2🎬

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