Não em ordem, mas uma lista dos meus terrores preferidos do ano.
Hereditário é o meu de terror preferido de 2018, o filme que me fez perder a cabeça. (ouch)
November ou o filme artsy da Estônia, doido, p&b, sobre folclore, que me deixa arrepiado de felicidade só de lembrar.
Aniquilação talvez seja o melhor terror psicodélico de todos os tempos.
As Boas Maneiras é a prova cabal de que o cinema brasileiro independe do lixo que passam a torto e a direito. Cacá Diegues no Oscar? Bitch please.
Mandy: nada, nem Aniquilação é mais absurdo (e lindo) que esse filme. Nada.
Vingança é o filme que você assiste sem dar nada e de repente percebe que está de boca aberta sem respirar querendo mais sangue.
Upgrade é um bom filme, violento acima da média, bem acima da média, ficando um passo antes de um gore dos bons. É o filme que eu esperava há tempos para que Logan Marshall-Green, o Tom Hardy americano, aparecesse como deve.
O Ritual é o filme lovecraftiano do ano, com o monstro mais lindo de todos e com uma tensão real de sujar a cueca.
Um Lugar Silencioso é o filme que só existiu porque uma família de atores lindos comprou o projeto. E obrigado ao casal.
O Apóstolo é um filme que pouca gente gostou mas eu achei o máximo, principalmente pela cena da furadeira no crânio. Lindaço.
Utoya é o filme mais inconveniente do ano, no sentido de ser o que mais incomoda e se pensarmos bem, não deveria nem existir porque a razão do filme ter sido feito não deveria ter acontecido, em primeiro lugar. É o filme que mostra que os nazis, os da direita, os neo fascistas não podem ter voz.
Aterrorizados é o cinema argentino em sua melhor forma botando medo em todo mundo com casa do mal e moleque desenterrado.
Cam é a Netflix arrasando, com um terror surreal da vida real mais próxima impossível.
O Culto é o indie baratinho e super mas super malucão que ganhou meu coração: terror, psicodelia, et, ovni e um culto que acredita em tudo isso e mais um pouco.
Pra fechar com chave de ouro, o meu brasileiro favorito do ano, O Animal Cordial, que é o terror da vida real que eu amo mais que tudo. O homem é o monstro do homem.